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	<title>Navegar Amazônia</title>
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	<description>Ponto de Cultura Itinerante-Fluvial</description>
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		<title>Uma porta para o conhecimento digital: a TV Navegar no Campus Party</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 14:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sabrina</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Navegar]]></category>

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		<description><![CDATA[<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-641" title="Campus Party reuniu 6655 campuseiros em São Paulo" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2009/01/campus-party-1-128x96.jpg" alt="Campus Party reuniu 6655 campuseiros em São Paulo" width="128" height="96" />Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997 na Espanha, que reúne durante sete dias milhares de participantes com seus próprios computadores procedentes de diversos países, com a finalidade de compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo tipo de atividades relacionadas à tecnologia, à cultura digital e ao entretenimento em rede.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-641" title="Campus Party reuniu 6655 campuseiros em São Paulo" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2009/01/campus-party-1-300x225.jpg" alt="Campus Party reuniu 6655 campuseiros em São Paulo" width="300" height="225" />Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997 na Espanha, que reúne durante sete dias milhares de participantes com seus próprios computadores procedentes de diversos países, com a finalidade de compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo tipo de atividades relacionadas à tecnologia, à cultura digital e ao entretenimento em rede.</p>
<p>É o segundo ano que esse evento acontece em São Paulo, com milhares de jovens acampados no ambiente dessa espécie de feira tecnológica.<br />
Foi ali que, no dia 21 de janeiro, inauguramos a <a href="http://www.tvnavegar.com.br">TV Navegar</a>, uma TV de Internet que amplia o raio de ação do projeto Navegar Amazônia, realizando transmissões ao vivo, diretamente da Amazônia para o mundo.</p>

<a href='http://www.navegaramazonia.org.br/2009/01/28/uma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-partyuma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-party/campus-party-tvnavegar-1a/' title='TV Navegar'><img width="80" height="100" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2009/01/campus-party-tvnavegar-1a-80x100.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="TV Navegar" /></a>
<a href='http://www.navegaramazonia.org.br/2009/01/28/uma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-partyuma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-party/campus-party-jorge-entrevistando-luiz-algarra-da-papagallis/' title='Jorge Bodansky entrevista Luiz Algarra da Papagallis'><img width="128" height="96" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2009/01/campus-party-jorge-entrevistando-luiz-algarra-da-papagallis-128x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Jorge Bodansky entrevista Luiz Algarra da Papagallis" /></a>
<a href='http://www.navegaramazonia.org.br/2009/01/28/uma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-partyuma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-party/campus-party/' title='Tv Navegar começa suas atividades na Campus Party'><img width="128" height="96" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2009/01/campus-party-128x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Tv Navegar começa suas atividades na Campus Party" /></a>
<a href='http://www.navegaramazonia.org.br/2009/01/28/uma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-partyuma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-party/paulo-makun-presidente-da-tv-cultura-vendo-a-tv-navegar/' title='Paulo Markun, presidente da TV Cultura, de olho na TV Navegar'><img width="128" height="96" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2009/01/paulo-makun-presidente-da-tv-cultura-vendo-a-tv-navegar-128x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="foto David Pennington" title="Paulo Markun, presidente da TV Cultura, de olho na TV Navegar" /></a>
<a href='http://www.navegaramazonia.org.br/2009/01/28/uma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-partyuma-porta-para-o-conhecimento-digital-a-tv-navegar-no-campus-party/campus-party-1/' title='Campus Party reuniu 6655 campuseiros em São Paulo'><img width="128" height="96" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2009/01/campus-party-1-128x96.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Campus Party reuniu 6655 campuseiros em São Paulo" /></a>

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		<title>Navegar Amazonia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 13:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcgurgel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc01707-300x199.jpg" alt="" title="dsc01707" width="150" height="150" class="alignnone size-medium wp-image-564" /> A Navegar Amazônia singrou as artérias fluviais da maior bacia hidrográfica do planeta a bordo do barco Sebastião Borges. Cinco homens e duas mulheres ofereceram a oportunidade para que comunitários de quatro unidades de conservação registrassem o cotidiano de suas vidas através de oficinas de vídeo e de fotografia.
Solimões River, Amazonas, Uatumã, Juruá and the Amazon skies.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por  Antonio Ximenes</strong></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-564" title="dsc01707" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc01707-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>Rios Solimões, Amazonas, Uatumã, Juruá e céus da Amazônia. Uma expedição de luz pelos olhos de Jorge Bodanzky e sua equipe. De 13 de setembro a 2 de outubro de 2008, a Oscip Navegar Amazônia singrou as artérias fluviais da maior bacia hidrográfica do planeta. A bordo do barco Sebastião Borges, nas asas de um Grand Caravan, em “voadeiras” e por trilhas no meio da mata, cinco homens e duas mulheres ofereceram a oportunidade para que comunitários de quatro unidades de conservação (Mamirauá, Catuá-Ipixuna, Uatumã e Uacari) registrassem o cotidiano de suas vidas através de oficinas de vídeo e de fotografia.</p>
<p>Aiucá, às margens do Solimões; Bela Conquista, um braço do mesmo curso d’água, na RDS Catuá-Ipixuna; Maracarana, no rio Uatumã, que deságua no rio Amazonas; e Bauana, na calha do rio Juruá foram as localidades que receberam os narradores da luz, na maior floresta tropical do planeta. O que conheceremos a seguir são fragmentos desta aventura humana que, mesmo em pleno século XXI, não se furtou a registrar cenas de práticas centenárias das populações tradicionais que vivem nos rincões mais longínquos de um “Brasil-Caboclo”, que insiste em resistir ao abandono, ao esquecimento e à falta de ternura de um Estado que tem dificuldade de olhar nos olhos desta “gente verde” , que enfrenta doenças, distâncias de dias de navegação, feras e a ausência de políticas públicas sem perder o sorriso nos lábios, deixando à mostra, invariavelmente, os pouco dentes que lhes restam.</p>
<p>Durante a expedição, a rebeldia de quem sabe que a floresta lhes pertence mostrou-se com nitidez nas lentes das câmeras. Quem tiver o cuidado de observar atentamente os personagens desta saga perceberá uma luz atravessada emanando de um povo que domina os mistérios da natureza e que tem a dimensão de sua importância, em um momento em que a humanidade paga caro pela agressão ambiental.</p>
<p>Os caboclos e ribeirinhos sabem que, se nada for feito hoje, agora, imediatamente, o que é biodiversidade, cultura, fauna, flora e até mesmo civilização pode se transformar em um triste  capítulo de destruição na história da humanidade. “Nós fazemos o que podemos, mas os problemas que enfrentamos são maiores que os recursos que temos. O Estado não pode continuar tão longe da gente e da floresta”, com essas palavras Zagaia, líder da comunidade de Bela Conquista, sintetiza o drama do povo da floresta e dos rios.</p>
<p>A luta para frear o avanço da destruição é árdua. No horizonte se vê fumaças, peixes sumindo dos rios, homens e mulheres tombando com malária, falta de saneamento básico, ausência de médicos, poucas escolas, transporte insuficiente, habitações rudimentares e a contínua extinção de espécies. No centro do “mar verde”, resistindo com sua sabedoria, o caboclo, personagem central da expedição Navegar Amazônia, em dezenove dias de surpresas e fascinação.</p>
<p><strong>RDS UACARI, NO MÉDIO JURUÁ, MUNICÍPIO DE CARAUARI</strong></p>
<p>Depois do conforto do Sebastião Borges, onde a vida é mais confortável do que nas comunidades visitadas (uma infra-estrutura a bordo que conta com pão caseiro diário, cabines e sala de trabalho climatizadas, alimentação balanceada, refrescantes duchas e uma tripulação à disposição), a equipe de Bodanzky deixou a calha do rio Uatumã. Foram sete horas de navegação, da comunidade Maracarana até o porto improvisado de Morena, no município de Presidente Figueiredo. Cuidadoso com seus passageiros, o comandante Almir determina que a tripulação cuide do desembarque das bagagens. Rapidamente, redes, câmeras, máquinas fotográficas, tripés, computadores&#8230;estavam sobre o barranco, onde uma Van com capacidade para 11 lugares aguardava a “troupe”. Seu Wilson, o motorista, acomodou os volumes no apertado bagageiro e quando se preparava para partir, Beto Lacerda, executivo do Navegar Amazônia lembrou que havia algumas latas de cerveja na geladeira do barco. “Vamos buscar esta munição”, disse ele, provocando gargalhadas na equipe. Beto, como é conhecido, tem como uma das suas principais características o bom humor. Cerveja embarcada, pé na tábua. Pela frente, 36 quilômetros de chão batido e 12 pontes de madeira. Após muitos buracos, lama e solavancos chegamos à hidrelétrica de Balbina.Três horas e quarenta e cinco minutos depois de sair das águas  do rio Uatumã, chegamos a Manaus. Exaustos, mas felizes, os membros da equipe são acomodados no Hotel Talissa.</p>
<p>Na manhã seguinte, após o café, por volta das 10h30, os sete membros da expedição, acompanhados por Laura e Ricardo da agência Isobar e o jornalista Otaviano, do Bradesco, o Banco do Planeta, visitam a sede da Fundação Amazonas Sustentável, no Parque Dez. Descansados e animados, são levados para almoçar no restaurante Palazzolo. Picanha e peixe Tambaqui dominam o cardápio. Após a refeição, o grupo se dividiu, e Laura, Ricardo e Otaviano ainda ficaram algumas horas na cidade antes de retornar a São Paulo. Bodanzky e equipe acompanharam o jornalista Ximenes até o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, de onde embarcariam para Carauari.</p>
<p>Na pista, um Grand Caravan, pilotado pelo experiente “Manequim” aguardava o embarque. Às 15h30, após um atraso de uma hora e meia, provocado pela espera de equipamentos que embarcariam para a comunidade do Bauana, na RDS de Uacari, o comandante gritou: “Gente, não posso esperar mais. Vamos decolar.Corremos o risco de não conseguir pousar no Aeroporto de Carauari  (os pousos somente podem ocorrer das 16hs  às 18h30. A pista está interditada nos outros horários, em função da presença dos urubus)”.</p>
<p>Manequim trabalhou vários anos nos garimpos de Roraima. Daqueles tempos de fartura, restou uma pepita do tamanho de uma moeda de um real, que carrega em um cordão em volta do pescoço. “ Dá sorte e traz boas lembranças”, diz.</p>
<p>A bordo, o médico Luiz Leite e a técnica de enfermagem Ivone Fonseca da Costa se incorporam à equipe, ao todo 11 pessoas. Jorge Bodanzky, que além de cineasta e velejador também é piloto amador, instala-se no lugar do co-piloto. Ao invés do manche, ele empunha uma câmera “Eu sou brevetado”, diz ele, entusiasmado com a viagem. Nos assentos de trás o fotógrafo Jorge Vismara e o cinegrafista e editor Jorge Pennington também  empunham suas ferramentas de trabalho.</p>
<p>Pela janela, descortinam-se rios sinuosos, a floresta em todo o seu esplendor, nuvens carregadas, um céu que fazia arder os olhos pelo azul e o sol. “É um tapete verde” diz Vismara, apontando para a floresta com sua Canon. Pennington registra tudo com sua câmera. No fundo da aeronave, o médico conta histórias de remoções de pacientes em situações de alto risco. A atriz Vicky Justiniano e Beto Lacerda ouvem atentamente as façanhas do profissional de saúde, que fez dos atendimentos aeromédicos a sua principal atividade. Ralph, o coordenador das oficinas de vídeo, fotografa pela janela. Alice Bodanzky sente-se bem e também fotografa. O jornalista Ximenes observa e pensa em seus filhos (Jordi, Francisco,Maria Clara, Antonio Miguel e Mariana). “Como gostaria que eles estivessem aqui, vendo a floresta”.</p>
<p>Atento às mudanças das nuvens, o comandante Manequim anuncia que vem chuva; e chuva, na alta floresta, é sempre motivo de preocupação, quando se está em uma pequena aeronave a 3.200 metros de altitude. De repente, uma rajada de vento seguida de uma forte chuva mudou o semblante dos passageiros. Mas a habilidade de Manequim “falou” mais alto, tranqüilizando a todos. Jorge Bodanzky, Alice , Vismara, Ralph  e Pennington filmavam e fotografavam . Vicky e Beto observavam a cena, já o médico e a auxiliar de enfermagem, acostumados às mudanças abruptas do clima nos céus da Amazônia, conversavam animadamente. O jornalista, em silêncio, aproveitou para fazer uma oração, nunca é demais nessas horas.</p>
<p>Quinze minutos depois o tempo abriria novamente e uma sensação de paz tomou conta do Grand Caravan, que seguia em frente rumo a Carauari. Êxtase. Esta é a palavra. Êxtase, este era o sentimento geral dentro da aeronave. As 18h35,portanto cinco minutos além do permitido, aterrissamos.Rapidamente, Manequim retira as bagagens e anuncia que está de partida para Tabatinga, onde “pegaria” um paciente que seria transportado para Manaus, razão pela qual o médico e sua inseparável auxiliar estavam a abordo.“Boa filmagem!” gritou Manequim, despedindo-se da equipe. Dez minutos depois Bodanzky e a “troupe” embarcavam na carroceria de uma possante caminhonete em direção ao Hotel Tatiana.</p>
<p>Instalados em pequenos apartamentos climatizados, os “expedicionários  da imagem” não imaginavam que ainda teriam que navegar oito horas subindo o rio Juruá, com o sol a pino  até chegar no igarapé do Bauna, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Uacari, onde seriam realizadas as oficinas de vídeo e fotografia. Mas esta é outra parte da viagem, que, aos poucos, mas sempre, como quem navega em uma canoa artesanal, vamos contar. Acompanhe-nos. Você é o convidado especial do Navegar Amazônia.</p>

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		<title>O caminho a Mamirauá</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 19:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/09/solimo_es_trip_sep16_2008_4.jpg"><img src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/09/solimo_es_trip_sep16_2008_4-150x150.jpg" alt="" title="solimo_es_trip_sep16_2008_4" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-516" /></a>A reserva de Mamirauá, estado de Amazonas, aonde Navegar Amazônia se encontra para mais uma expedição junto a comunidades da região.  Numa viagem de 5 dias do capital, Manaus; cenas captadas pela lente de Jorge Vismara.]]></description>
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		<title>Coordenadores garantem a continuidade da parceria</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 15:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/08/Betosimao.jpg" title="Beto Lacerda e Simon Paquin"><img id="image511" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/08/Betosimao.thumbnail.jpg" alt="Beto Lacerda e Simon Paquin" /></a>A expedição "Encontro das Águas", foi apenas a primeira ação numa parceria international entre Navegar Amazônia e Ecomaris. Assista ao depoimento de Beto Lacerda (Navegar) e Simon Paquin (Ecomaris).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expedição &#8220;Encontro das Águas&#8221;, foi apenas a primeira ação numa parceria international entre Navegar Amazônia e Ecomaris. Assista ao depoimento de Beto Lacerda (Navegar) e Simon Paquin (Ecomaris).</p>
<br /><img src="http://www.navegaramazonia.org.br/videos/Betosimao.jpg" alt="media" /><br />

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		<title>Jovens canadenses navegam no Navegar Amazônia pelo universo ribeirinho do Amapá e Pará</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 20:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel do Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Impressões]]></category>

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		<description><![CDATA[<img id="image492" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000882.thumbnail.jpg" alt="P1000882.jpg" />A expedição Encontro das águas partiu do Canal do Jandiá em 31 de maio último, mas começou a acontecer ainda no ano passado, quando a ONG canadense EcoMaris descobriu o Navegar Amazônia. O cenário para este encontro não poderia ser o mais adequado: às margens do rio Araguari.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image492" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000882.thumbnail.jpg" alt="P1000882.jpg" /><br />
O Navegar Amazônia estava lá para registrar o surfista Serginho Laus quebrar seu próprio recorde de permanência na crista da onda de rio mais longa do mundo. A bordo estava a ambientalista canadense Genevieve – representante da EcoMaris, de olhar e ouvidos atentos à força e ao ronco da pororoca quebrando as margens do Araguari; e a imaginação e o espírito se afinando cada vez mais com os sonhos do coordenador do Navegar, Belo Lacerda, de levar às comunidades ribeirinhas uma terceira margem: a cidadania: através da arte e da inclusão digital. Um sonho que a cada nova milha navegada se fortalece mais como um dos mais criativos e importantes projetos de inclusão social desenvolvidos no Brasil, que já representou a informática pública do nosso país por duas vezes, em 2001 em Otawa, no Canadá, e em 2002 em Havana, Cuba. Em 2005 o Navegar Amazônia foi escolhido como Ponto de Cultura pelo Minc, o único ponto itinerante fluvial do Brasil.</p>
<p>Genevieve estava no Pará conhecendo o trabalho que três jovens engenheiros florestais de nível médio começavam a desenvolver na comunidade do Cupuaçu, no município de Barcarena, com o açaí BRS, desenvolvido pela Embrapa, que tem, entre outras, a vantagem de poder ser plantado em terra firme e de ter uma produção vinte por cento melhor que o açaí nativo, além de produzir o ano inteiro, enquanto este produz de seis em seis meses (leia mais sobre o assunto no boxe2). Uma novidade que promete mudar a vida das oitenta famílias da comunidade, que a cada seis meses é obrigada a procurar pequenos bicos em Barcarena ou Vila dos Cabanos para garantir a sobrevivência.</p>
<p>E foi navegando pela internet que Gene, como os brasileiros preferem chamar a moça, descobriu o Navegar. Convidada a ir a bordo, não perdeu tempo: pegou mochila e cuias e embarcou no projeto, seguindo o exemplo de outros tantos militantes das artes e da promoção da cidadania &#8211; entre eles Jorge Mautner, para singrar os rios amazônicos e conhecer o que se faz em suas margens.</p>
<p>A expedição foi batizada de Encontro das Águas. Das águas barrentas dos rios da Amazônia com as águas dos milhares dos lagos do Canadá. Águas conduzindo a melhor das energias: a que produz mudanças no espírito e na consciência humanas: a combinação da arte com a educação.</p>
<p><a class="imagelink" title="A caminho ao Bailique" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000106.jpg"><img id="image478" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000106.thumbnail.jpg" alt="A caminho ao Bailique" /></a><a class="imagelink" title="Marie-Ève" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000350.jpg"><img id="image494" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000350.thumbnail.jpg" alt="P1000350.jpg" /></a>E os espíritos das águas mandaram uma chuva fina abençoar a partida do Pasco Nunes, sua tripulação e os expedicionários: sete jovens canadenses, estudantes do nível médio, se preparando para entrar na universidade; três jovens paraenses, engenheiros florestais de nível. Dez jovens, um grupo com um diferencial importante: de serem, no futuro, profissionais preparados para gerar um consumo mais consciente dos recursos limitados dos planetas e da necessidade de se buscar alternativas sustentáveis para o desenvolvimento das sociedades. Três dessas experiências os jovens estudantes iriam conhecer na Amazônia: a Escola Bosque do Bailique (AP), o projeto de plantio do açaí de terra firme desenvolvido pelo grupo ICA na comunidade do Cupuaçu, em Barcarena (PA) e o projeto de Ecoturismo desenvolvido pela ong Peabiru no município de Curuçá (PA). E também o trabalho de arte educação desenvolvido pelo fotógrafo Miguel Chicaoca, em Belém, através do Foto Ativa.</p>
<p><strong> Primeira parada, comunidade de Vila Progresso, no arquipélago do Bailique.</strong></p>
<p>Há dez horas de barco de Macapá, Vila Progresso é uma comunidade cuja a tônica da vida é o equilíbrio. O equilíbrio sobre as frágeis pontes de madeira, que são as ruas do lugar; da sobrevivência com a preservação do delicado ecossistema do arquipélago que dá o alimento e as matérias-primas que são usadas na Escola Bosque, como material didático.</p>
<p><a class="imagelink" title="Com professores da Escola Bosque, Bailique/PA" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000327.jpg"><img id="image510" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000327.thumbnail.jpg" alt="Com professores da Escola Bosque, Bailique/PA" /></a><a class="imagelink" title="Praia de Parazinho" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000228.jpg"><img id="image493" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000228.thumbnail.jpg" alt="P1000228.jpg" /></a>A Escola Bosque do Bailique é sem dúvida um dos projetos de educação para o desenvolvimento sustentável de maior alcance no Amapá. Na escola, que tem novecentos alunos, a natureza é a mestra. A partir dela se estudam a matemática, geografia, a língua portuguesa (e os falares amazônicos) e estrangeira, a biologia, química e as tradições ribeirinhas, como a dança do Quatá, que é original do arquipélago e imita o jeito elegante e festivo do macaco quatá cortejar sua parceira.</p>
<p>Na quadra da Escola Bosque o primeiro encontro dos jovens de uma das cidades mais cosmopolitas do mundo, Montreal, com o universo físico e imaginário das crianças e jovens do Bailique. Uma festa, e nossos jovens expedicionários saem levando na bagagem suas primeiras lições dos povos da floresta: que todo movimento de mudança mundial começa com o conhecimento e ações locais.</p>
<p><strong>Segunda parada: Belém.</strong></p>
<p><a class="imagelink" title="BelÃ©m." href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010028.jpg"><img id="image503" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010028.thumbnail.jpg" alt="BelÃ©m." /></a><a class="imagelink" title="ArrastÃ£o do Pavulagem, BelÃ©m/PA" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000602.jpg"><img id="image496" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000602.thumbnail.jpg" alt="ArrastÃ£o do Pavulagem, BelÃ©m/PA" /></a>Próximo de chegar a Belém, a correia do motor do barco quebrou e o Navegar Amazônia ficou a mercê das ondas da Baía do Guajará. Uma situação enfrentada com espírito de aventura pelos jovens e grande perícia e profissionalismo pela tripulação.</p>
<p>Em terra firme, expedição conheceu uma cidade que se espicha pro céu em prédios modernos em contraste com as construções antigas e exuberantes do tempo da Belle Epoque amazônica, palco também de uma revolução verdadeiramente popular: a Cabanagem, feita pelos caboclos ribeirinhos, liderados por Eduardo Angelim, no começo do século XVII, contrários à república e desejosos de um governo popular.</p>
<p>E Belém estava lá, de braços abertos, às quatro horas da manhã para mostrar o colorido das vozes na Feira do Açaí, com os barcos chegando das ilhas, carregados de paneiros com este fruto que a licença poética nos permite dizer que é o sangue da Amazônia, que sustenta a vida de centenas de famílias ribeirinhas, entre elas às da comunidade do Cupuaçu, nossa próxima parada.</p>
<p><strong>A comunidade de Cupuaçu</strong></p>
<p><a class="imagelink" title="O barco ancorado no rio Cupuaçu" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000849.jpg"><img id="image498" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000849.thumbnail.jpg" alt="O barco ancorado no rio Cupuaçu" /></a><a class="imagelink" title="Rio Cupuaçu, PA" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000870.jpg"><img id="image499" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000870.thumbnail.jpg" alt="Rio Cupuaçu, PA" /></a>Na comunidade do Cupuaçu, que começa na boca do furo Arrozal e segue margeando o igarapé que dá nome a localidade até chegar às proximidades de Vila dos Cabanos, vivem cerca de oitenta famílias, espalhadas em pequenos sítios. Ali o forte da economia é o açaí, colhido entre os meses de setembro a dezembro nos campos alagados.</p>
<p><a class="imagelink" title="P6102925.JPG" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG"><img id="image487" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.thumbnail.JPG" alt="P6102925.JPG" /></a><a class="imagelink" title="Elodie com crianças de Cupuaçu" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000938.jpg"><img id="image500" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000938.thumbnail.jpg" alt="Elodie com crianças de Cupuaçu" /></a>Nessa comunidade os jovens do grupo ICA encontraram solo propício para a implantação de seu projeto de manejo do açaí BRS: terras altas, muito sol e a disposição da comunidade em mudar seu modo de vida, apostando no cultivo de um açaí que dá frutos o ano inteiro, e tem valor comercial vinte por cento maior que o açaí nativo.</p>
<p>Na roça, aberta no meio da floresta sem queimadas nem derrubadas desnecessárias, vicejam cento e setenta pés da revolucionária palmeira, com seus espigões de folhas verdes enchendo de esperança de uma vida menos dura àquela comunidade que nos tratou com festa e cerimônia durante os quatro dias de permanência da Expedição naquela margem de igarapé.</p>
<p><strong>Quarta parada: Curuçá.</strong></p>
<p>De Barcarena a Belém fizemos uma viagem tranqüila, mas, ao chegar a capital paraense fomos recebidos por um toró daqueles, de ventos fortes que fizeram o barco balançar, dificultando nossa atracação na Estação da Docas. Ali nos despedidos do Paco Nunes, pois nossa próxima parada seria às margens do mar, água por onde o nosso barco, projetado para singrar as águas do rio, não navega.</p>
<p><a class="imagelink" title="Barcos de pescadores, Abade/PA" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010325.jpg"><img id="image506" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010325.thumbnail.jpg" alt="Barcos de pescadores, Abade/PA" /></a>Curuçá é uma cidade de 352 anos. Fundada pelos portugueses, a cidade tem ares litorâneo, o sol é generoso e a população bastante hospitaleira. Os casarões antigos dão um charme todo especial à cidade que em agosto de 2007 teve como capa da revista Brasileiros a história da vida de um de seus personagens mais ilustres: Seu Cristóvão – pescador de profissão, que conhece o mar e os mangues daquela região como sua própria vida. A matéria também trás um alerta para o fato de que o futuro de pescadores artesanais como Seu Cristóvão estão ameaçadas. O motivo: a MMX, com apoio do Governo do Brasil, pleiteia construir ali um porto para escoamento de minério. Mas não um porto qualquer, mas simplesmente o maior da América Latina e o terceiro maior do planeta.</p>
<p><a class="imagelink" title="Pesca artesanal." href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010355.jpg"><img id="image507" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010355.thumbnail.jpg" alt="Pesca artesanal." /></a><a class="imagelink" title="A praia da Romana." href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010457.jpg"><img id="image508" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010457.thumbnail.jpg" alt="A praia da Romana." /></a>Em Curuçá está localizada a Resex Mãe grande que abriga os mangues da região e a ilha de Romana. Ali cerca de duas mil famílias que tiram seu sustento do mar e dos mangues.</p>
<p>E foi para conhecer a reserva e o projeto de ecoturismo que o Instituto Peabiru começa a desenvolver na região, que os canadenses enfrentaram duas horas e meia de viagem num ônibus de urbano – a empresa que explora a linha nos fez trocar o ônibus semi-leito por um de linha urbana, com os passageiros disputando espaço com suas bagagem.</p>
<p><a class="imagelink" title="Charles Cardoso,pescador e guia turÃ­stica ambiental." href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010474.jpg"><img id="image509" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010474.thumbnail.jpg" alt="Charles Cardoso,pescador e guia turÃ­stica ambiental." /></a>O projeto, que tem o patrocínio da Petrobras, propõem o ecoturismo como um caminho natural para o desenvolvimento do município, capacitando os jovens da cidade e os pescadores como guias turísticos e instrutores ambientais.</p>
<p>Pela forma como a expedição foi recebida e o tanto de conhecimento adquirido nas trilhas pelas matas, nas praias e mangues do litoral, dão dicas de que este é sem dúvida um projeto de futuro.</p>
<p>Nos passeios pela cidade, uma aula de história pelas ruas antigas e de tradição popular na apresentação de danças típicas feita por um grupo local que emocionou brasileiros e canadenses e fez todo mundo dançar no ritmo do carimbo. Outra aula foi a da biodiversidade do lugar, dada pelos pescadores nas trilhas, praias e mangues.</p>
<p>No final ficou a vontade de querer voltar, um forte indicador de que o ecoturismo pode ser uma saída econômica para o desenvolvimento de Curuçá, sem risco de impactos sócio-ambientais que o projeto de construção do Porto Espardate pode causar à região, segundo a avaliação dos biólogos e sociólogos do Peabiru.</p>
<p>No fim da expedição, a confirmação de que, para quem quer mudar o mundo, não há fronteiras, nem barreiras culturais e que iniciativas como do Navegar Amazônia e da EcoMaris fortalecem uma rede forte e atuante de artistas, ambientalistas e formadores de opinião, como os jovens canadenses e brasileiros, futuros profissionais na construção de uma terceira margem às comunidades ribeirinhas amazônicas: a cidadania.</p>
<p>[Fotos: Gavin Andrews/Navegar Amazônia]</p>
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		<title>De Belém para outro mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 19:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel do Vale</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="imagelink" title="No camino à comunidade" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.JPG"><img id="image488" height=96 alt="No camino à comunidade" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.thumbnail.JPG" /></a>Mochila às costas e lá vamos nós ao porto do Ver-o-Rio para pegar o barco e seguir caminho até Barcarena, onde a comunidade do Cupuaçu nos espera com uma apertada e marcial programação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expedição deixa Belém. Parta trás ficam três dias para os canadenses na metrópole da Amazônia: o show de Badi Assad no Teatro da Paz, a festa de cores, grito e luz dos caboclos das ilhas do Pará na Feira do Açaí; Miguel Chicaoca e a emoção de fotografar com uma caixinha de rolo de filme na oficina de pinoli; do domingo na praça da República onde o grupo se deixou levar pelo colorido e lírico arrastão do Arraial do Pavulagem; do sorvete de frutas regionais ao pôr-do-sol na Estação das Docas.</p>
<p>Mochila às costas e lá vamos nós ao porto do Ver-o-Rio para pegar o barco e seguir caminho até Barcarena, onde a comunidade do Cupuaçu nos espera com uma apertada e marcial programação.</p>
<p>Em Barcarena, uma rápida parada para subir a bordo um dos integrantes do grupo ICA, que tinha ido na frente dar as explicações do porque do atraso de um dia na visita da expedição.</p>
<p><a class="imagelink" title="A entrada do rio Cupuaçu" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102859.JPG"><img id="image486" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102859.thumbnail.JPG" alt="A entrada do rio Cupuaçu" height="96" /> E realmente foi um encontro de águas o que aconteceu em Cupuaçu. Águas transparentes, fortes condutoras da mais pura energia.</a></p>
<p><a class="imagelink" title="A entrada do rio Cupuaçu" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102859.JPG"> </a></p>
<p><a class="imagelink" title="No camino à comunidade" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.JPG"><img id="image488" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.thumbnail.JPG" alt="No camino à comunidade" height="96" />Já sentimos o calor da hospitalidade da comunidade do Cupuaçu logo quando entramos na boca do furo que leva àquela comunidade, onde crianças foram nos buscar de canoa.</a></p>
<p><a class="imagelink" title="No camino à comunidade" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.JPG"> </a></p>
<p><a class="imagelink" title="P6102925.JPG" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG"><img id="image487" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.thumbnail.JPG" alt="P6102925.JPG" height="96" />Depois de navegar alguns metros de canoa, caminhar por pinguelas feitas com troncos de miritizeiros: chegamos à casa da dona Albina, onde a comunidade preparou nossa recepção num barracão feito no terreiro, enfeito com bandeirinhas de São João, uma saborosa feijoada e muitos, muitos abraços, como se fossemos amigos que não se viam há muito tempo.</a></p>
<p><a class="imagelink" title="P6102925.JPG" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG">À noite, uma festa abençoada por todos os santos juninos, com direito a mingau de milho, quadrilha e suco de tamarino. E a expedição Encontro das Águas caiu no terreiro, dançou forro, carimbo, com os pés no chão e o coração nas alturas com todo o calor com que foram acolhidos.</a></p>
<p><a class="imagelink" title="P6102925.JPG" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG">Em seguida às danças, comunidade e estudantes se reuniram no centro do barracão para um rápido bate papo, onde cada um falou de suas expectativas com que viria a sair daquele encontro entre culturas tão diferente, unidos por um mesmo objetivo: a natureza.</a></p>
<p><a class="imagelink" title="P6102925.JPG" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG">À noite os jovens canadenses e paraenses do ICA enfrentaram sua primeira grande chuva no meio da floresta, debaixo de um improvisado, mas resistente barracão de madeira e palha. Uma aventura que eles enfrentaram com alto astral.</a></p>
<p><a class="imagelink" title="P6102925.JPG" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG"> </a></p>
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