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	<title>Navegar Amazônia</title>
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	<description>Ponto de Cultura Itinerante-Fluvial</description>
	<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 14:14:43 +0000</pubDate>
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		<title>O caminho a Mamirauá</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 19:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/09/solimo_es_trip_sep16_2008_4.jpg"><img src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/09/solimo_es_trip_sep16_2008_4-150x150.jpg" alt="" title="solimo_es_trip_sep16_2008_4" width="150" height="150" class="alignnone size-thumbnail wp-image-516" /></a>A reserva de Manirawa, estado de Amazonas, aonde Navegar Amazônia se encontra para mais uma expedição junto a comunidades da região.  Numa viagem de 5 dias do capital, Manaus; cenas captadas pela lente de Jorge Vismara.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reserva de Mamirauá, estado de Amazonas, onde Navegar Amazônia se encontra para mais uma expedição, atuando com comunidades da região.  Uma viagem de 5 dias do capital, Manaus; cenas captadas pela lente do fotógrafo Jorge Vismara. </p>

<a href='http://www.navegaramazonia.org.br/2008/09/21/o-caminho-a-manirawa/solimo_es_trip_sep16_2008_4/' title='solimo_es_trip_sep16_2008_4'><img src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/09/solimo_es_trip_sep16_2008_4-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
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<a href='http://www.navegaramazonia.org.br/2008/09/21/o-caminho-a-manirawa/08sep16_492/' title='08sep16_492'><img src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/09/08sep16_492-150x150.jpg" width="150" height="150" class="attachment-thumbnail" alt="" /></a>
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		<title>Coordenadores garantem a continuidade da parceria</title>
		<link>http://www.navegaramazonia.org.br/2008/08/06/navegar-amazonia-e-ecomaris-celebre-parceria-brasil-canada/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 15:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gavin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/08/Betosimao.jpg" title="Beto Lacerda e Simon Paquin"><img id="image511" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/08/Betosimao.thumbnail.jpg" alt="Beto Lacerda e Simon Paquin" /></a>A expedição "Encontro das Águas", foi apenas a primeira ação numa parceria international entre Navegar Amazônia e Ecomaris. Assista ao depoimento de Beto Lacerda (Navegar) e Simon Paquin (Ecomaris).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expedição &#8220;Encontro das Águas&#8221;, foi apenas a primeira ação numa parceria international entre Navegar Amazônia e Ecomaris. Assista ao depoimento de Beto Lacerda (Navegar) e Simon Paquin (Ecomaris).</p>
<br /><img src="http://www.navegaramazonia.org.br/videos/Betosimao.jpg" alt="media"><br />

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		<title>Jovens canadenses navegam no Navegar Amazônia pelo universo ribeirinho do Amapá e Pará.</title>
		<link>http://www.navegaramazonia.org.br/2008/06/28/jovens-canadenses-navegam-no-navegar-amazonia-pelo-universo-ribeirinho-do-amapa-e-para/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 20:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel do Vale</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Impressões]]></category>

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		<description><![CDATA[<img id="image492" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000882.thumbnail.jpg" alt="P1000882.jpg" />A expedição Encontro das águas partiu do Canal do Jandiá em 31 de maio último, mas começou a acontecer ainda no ano passado, quando a ONG canadense EcoMaris descobriu o Navegar Amazônia. O cenário para este encontro não poderia ser o mais adequado: às margens do rio Araguari.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image492" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000882.thumbnail.jpg" alt="P1000882.jpg" /><br />
O Navegar Amazônia estava lá para registrar o surfista Serginho Laus quebrar seu próprio recorde de permanência na crista da onda de rio mais longa do mundo. A bordo estava a ambientalista canadense Genevieve – representante da EcoMaris, de olhar e ouvidos atentos à força e ao ronco da pororoca quebrando as margens do Araguari; e a imaginação e o espírito se afinando cada vez mais com os sonhos do coordenador do Navegar, Belo Lacerda, de levar às comunidades ribeirinhas uma terceira margem: a cidadania: através da arte e da inclusão digital. Um sonho que a cada nova milha navegada se fortalece mais como um dos mais criativos e importantes projetos de inclusão social desenvolvidos no Brasil, que já representou a informática pública do nosso país por duas vezes, em 2001 em Otawa, no Canadá, e em 2002 em Havana, Cuba. Em 2005 o Navegar Amazônia foi escolhido como Ponto de Cultura pelo Minc, o único ponto itinerante fluvial do Brasil.</p>
<p>Genevieve estava no Pará conhecendo o trabalho que três jovens engenheiros florestais de nível médio começavam a desenvolver na comunidade do Cupuaçu, no município de Barcarena, com o açaí BRS, desenvolvido pela Embrapa, que tem, entre outras, a vantagem de poder ser plantado em terra firme e de ter uma produção vinte por cento melhor que o açaí nativo, além de produzir o ano inteiro, enquanto este produz de seis em seis meses (leia mais sobre o assunto no boxe2). Uma novidade que promete mudar a vida das oitenta famílias da comunidade, que a cada seis meses é obrigada a procurar pequenos bicos em Barcarena ou Vila dos Cabanos para garantir a sobrevivência.</p>
<p>E foi navegando pela internet que Gene, como os brasileiros preferem chamar a moça, descobriu o Navegar. Convidada a ir a bordo, não perdeu tempo: pegou mochila e cuias e embarcou no projeto, seguindo o exemplo de outros tantos militantes das artes e da promoção da cidadania - entre eles Jorge Mautner, para singrar os rios amazônicos e conhecer o que se faz em suas margens.</p>
<p>	A expedição foi batizada de Encontro das Águas. Das águas barrentas dos rios da Amazônia com as águas dos milhares dos lagos do Canadá. Águas conduzindo a melhor das energias: a que produz mudanças no espírito e na consciência humanas: a combinação da arte com a educação.</p>
<p><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000106.jpg" title="A caminho ao Bailique"><img id="image478" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000106.thumbnail.jpg" alt="A caminho ao Bailique" /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000350.jpg" title="Marie-Ève"><img id="image494" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000350.thumbnail.jpg" alt="P1000350.jpg" /></a>E os espíritos das águas mandaram uma chuva fina abençoar a partida do Pasco Nunes, sua tripulação e os expedicionários: sete jovens canadenses, estudantes do nível médio, se preparando para entrar na universidade; três jovens paraenses, engenheiros florestais de nível. Dez jovens, um grupo com um diferencial importante: de serem, no futuro, profissionais preparados para gerar um consumo mais consciente dos recursos limitados dos planetas e da necessidade de se buscar alternativas sustentáveis para o desenvolvimento das sociedades. Três dessas experiências os jovens estudantes iriam conhecer na Amazônia: a Escola Bosque do Bailique (AP), o projeto de plantio do açaí de terra firme desenvolvido pelo grupo ICA na comunidade do Cupuaçu, em Barcarena (PA) e o projeto de Ecoturismo desenvolvido pela ong Peabiru no município de Curuçá (PA). E também o trabalho de arte educação desenvolvido pelo fotógrafo Miguel Chicaoca, em Belém, através do Foto Ativa.</p>
<p><strong>	Primeira parada, comunidade de Vila Progresso, no arquipélago do Bailique.</strong></p>
<p>	Há dez horas de barco de Macapá, Vila Progresso é uma comunidade cuja a tônica da vida é o equilíbrio. O equilíbrio sobre as frágeis pontes de madeira, que são as ruas do lugar; da sobrevivência com a preservação do delicado ecossistema do arquipélago que dá o alimento e as matérias-primas que são usadas na Escola Bosque, como material didático.</p>
<p>	<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000327.jpg" title="Com professores da Escola Bosque, Bailique/PA"><img id="image510" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000327.thumbnail.jpg" alt="Com professores da Escola Bosque, Bailique/PA" /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000228.jpg" title="Praia de Parazinho"><img id="image493" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000228.thumbnail.jpg" alt="P1000228.jpg" /></a>A Escola Bosque do Bailique é sem dúvida um dos projetos de educação para o desenvolvimento sustentável de maior alcance no Amapá. Na escola, que tem novecentos alunos, a natureza é a mestra. A partir dela se estudam a matemática, geografia, a língua portuguesa (e os falares amazônicos) e estrangeira, a biologia, química e as tradições ribeirinhas, como a dança do Quatá, que é original do arquipélago e imita o jeito elegante e festivo do macaco quatá cortejar sua parceira.</p>
<p>	Na quadra da Escola Bosque o primeiro encontro dos jovens de uma das cidades mais cosmopolitas do mundo, Montreal, com o universo físico e imaginário das crianças e jovens do Bailique. Uma festa, e nossos jovens expedicionários saem levando na bagagem suas primeiras lições dos povos da floresta: que todo movimento de mudança mundial começa com o conhecimento e ações locais.</p>
<p>	<strong>Segunda parada: Belém.</strong></p>
<p>	<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010028.jpg" title="BelÃ©m."><img id="image503" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010028.thumbnail.jpg" alt="BelÃ©m." /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000602.jpg" title="ArrastÃ£o do Pavulagem, BelÃ©m/PA"><img id="image496" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000602.thumbnail.jpg" alt="ArrastÃ£o do Pavulagem, BelÃ©m/PA" /></a>Próximo de chegar a Belém, a correia do motor do barco quebrou e o Navegar Amazônia ficou a mercê das ondas da Baía do Guajará. Uma situação enfrentada com espírito de aventura pelos jovens e grande perícia e profissionalismo pela tripulação.</p>
<p>	Em terra firme, expedição conheceu uma cidade que se espicha pro céu em prédios modernos em contraste com as construções antigas e exuberantes do tempo da Belle Epoque amazônica, palco também de uma revolução verdadeiramente popular: a Cabanagem, feita pelos caboclos ribeirinhos, liderados por Eduardo Angelim, no começo do século XVII, contrários à república e desejosos de um governo popular.</p>
<p>	E Belém estava lá, de braços abertos, às quatro horas da manhã para mostrar o colorido das vozes na Feira do Açaí, com os barcos chegando das ilhas, carregados de paneiros com este fruto que a licença poética nos permite dizer que é o sangue da Amazônia, que sustenta a vida de centenas de famílias ribeirinhas, entre elas às da comunidade do Cupuaçu, nossa próxima parada.</p>
<p><strong>A comunidade de Cupuaçu</strong></p>
<p>	<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000849.jpg" title="O barco ancorado no rio Cupuaçu"><img id="image498" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000849.thumbnail.jpg" alt="O barco ancorado no rio Cupuaçu" /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000870.jpg" title="Rio Cupuaçu, PA"><img id="image499" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000870.thumbnail.jpg" alt="Rio Cupuaçu, PA" /></a>Na comunidade do Cupuaçu, que começa na boca do furo Arrozal e segue margeando o igarapé que dá nome a localidade até chegar às proximidades de Vila dos Cabanos, vivem cerca de oitenta famílias, espalhadas em pequenos sítios. Ali o forte da economia é o açaí, colhido entre os meses de setembro a dezembro nos campos alagados.</p>
<p>	<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG" title="P6102925.JPG"><img id="image487" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.thumbnail.JPG" alt="P6102925.JPG" /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000938.jpg" title="Elodie com crianças de Cupuaçu"><img id="image500" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1000938.thumbnail.jpg" alt="Elodie com crianças de Cupuaçu" /></a>Nessa comunidade os jovens do grupo ICA encontraram solo propício para a implantação de seu projeto de manejo do açaí BRS: terras altas, muito sol e a disposição da comunidade em mudar seu modo de vida, apostando no cultivo de um açaí que dá frutos o ano inteiro, e tem valor comercial vinte por cento maior que o açaí nativo.</p>
<p>	Na roça, aberta no meio da floresta sem queimadas nem derrubadas desnecessárias, vicejam cento e setenta pés da revolucionária palmeira, com seus espigões de folhas verdes enchendo de esperança de uma vida menos dura àquela comunidade que nos tratou com festa e cerimônia durante os quatro dias de permanência da Expedição naquela margem de igarapé.</p>
<p>	<strong>Quarta parada: Curuçá.</strong></p>
<p>	De Barcarena a Belém fizemos uma viagem tranqüila, mas, ao chegar a capital paraense fomos recebidos por um toró daqueles, de ventos fortes que fizeram o barco balançar, dificultando nossa atracação na Estação da Docas. Ali nos despedidos do Paco Nunes, pois nossa próxima parada seria às margens do mar, água por onde o nosso barco, projetado para singrar as águas do rio, não navega.</p>
<p>	<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010325.jpg" title="Barcos de pescadores, Abade/PA"><img id="image506" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010325.thumbnail.jpg" alt="Barcos de pescadores, Abade/PA" /></a>Curuçá é uma cidade de 352 anos. Fundada pelos portugueses, a cidade tem ares litorâneo, o sol é generoso e a população bastante hospitaleira. Os casarões antigos dão um charme todo especial à cidade que em agosto de 2007 teve como capa da revista Brasileiros a história da vida de um de seus personagens mais ilustres: Seu Cristóvão – pescador de profissão, que conhece o mar e os mangues daquela região como sua própria vida. A matéria também trás um alerta para o fato de que o futuro de pescadores artesanais como Seu Cristóvão estão ameaçadas. O motivo: a MMX, com apoio do Governo do Brasil, pleiteia construir ali um porto para escoamento de minério. Mas não um porto qualquer, mas simplesmente o maior da América Latina e o terceiro maior do planeta.</p>
<p>	<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010355.jpg" title="Pesca artesanal."><img id="image507" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010355.thumbnail.jpg" alt="Pesca artesanal." /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010457.jpg" title="A praia da Romana."><img id="image508" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010457.thumbnail.jpg" alt="A praia da Romana." /></a>Em Curuçá está localizada a Resex Mãe grande que abriga os mangues da região e a ilha de Romana. Ali cerca de duas mil famílias que tiram seu sustento do mar e dos mangues.</p>
<p>	E foi para conhecer a reserva e o projeto de ecoturismo que o Instituto Peabiru começa a desenvolver na região, que os canadenses enfrentaram duas horas e meia de viagem num ônibus de urbano – a empresa que explora a linha nos fez trocar o ônibus semi-leito por um de linha urbana, com os passageiros disputando espaço com suas bagagem.</p>
<p>	<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010474.jpg" title="Charles Cardoso,pescador e guia turÃ­stica ambiental."><img id="image509" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/07/P1010474.thumbnail.jpg" alt="Charles Cardoso,pescador e guia turÃ­stica ambiental." /></a>O projeto, que tem o patrocínio da Petrobras, propõem o ecoturismo como um caminho natural para o desenvolvimento do município, capacitando os jovens da cidade e os pescadores como guias turísticos e instrutores ambientais.</p>
<p>	Pela forma como a expedição foi recebida e o tanto de conhecimento adquirido nas trilhas pelas matas, nas praias e mangues do litoral, dão dicas de que este é sem dúvida um projeto de futuro.</p>
<p>	Nos passeios pela cidade, uma aula de história pelas ruas antigas e de tradição popular na apresentação de danças típicas feita por um grupo local que emocionou brasileiros e canadenses e fez todo mundo dançar no ritmo do carimbo. Outra aula foi a da biodiversidade do lugar, dada pelos pescadores nas trilhas, praias e mangues.  </p>
<p>	No final ficou a vontade de querer voltar, um forte indicador de que o ecoturismo pode ser uma saída econômica para o desenvolvimento de Curuçá, sem risco de impactos sócio-ambientais que o projeto de construção do Porto Espardate pode causar à região, segundo a avaliação dos biólogos e sociólogos do Peabiru.</p>
<p>	No fim da expedição, a confirmação de que, para quem quer mudar o mundo, não há fronteiras, nem barreiras culturais e que iniciativas como do Navegar Amazônia e da EcoMaris fortalecem uma rede forte e atuante de artistas, ambientalistas e formadores de opinião, como os jovens canadenses e brasileiros, futuros profissionais na construção de uma terceira margem às comunidades ribeirinhas amazônicas: a cidadania.</p>
<p>[Fotos: Gavin Andrews/Navegar Amazônia]</p>
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		<title>De Belém para outro mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 19:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel do Vale</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="imagelink" title="No camino à comunidade" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.JPG"><img id="image488" height=96 alt="No camino à comunidade" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.thumbnail.JPG" /></a>Mochila às costas e lá vamos nós ao porto do Ver-o-Rio para pegar o barco e seguir caminho até Barcarena, onde a comunidade do Cupuaçu nos espera com uma apertada e marcial programação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expedição deixa Belém. Parta trás ficam três dias para os canadenses na metrópole da Amazônia: o show de Badi Assad no Teatro da Paz, a festa de cores, grito e luz dos caboclos das ilhas do Pará na Feira do Açaí; Miguel Chicaoca e a emoção de fotografar com uma caixinha de rolo de filme na oficina de pinoli; do domingo na praça da República onde o grupo se deixou levar pelo colorido e lírico arrastão do Arraial do Pavulagem; do sorvete de frutas regionais ao pôr-do-sol na Estação das Docas.</p>
<p>Mochila às costas e lá vamos nós ao porto do Ver-o-Rio para pegar o barco e seguir caminho até Barcarena, onde a comunidade do Cupuaçu nos espera com uma apertada e marcial programação.</p>
<p>Em Barcarena, uma rápida parada para subir a bordo um dos integrantes do grupo ICA, que tinha ido na frente dar as explicações do porque do atraso de um dia na visita da expedição.</p>
<p><a class="imagelink" title="A entrada do rio Cupuaçu" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102859.JPG"><img id="image486" height=96 alt="A entrada do rio Cupuaçu" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102859.thumbnail.JPG" /> E realmente foi um encontro de águas o que aconteceu em Cupuaçu. Águas transparentes, fortes condutoras da mais pura energia.</p>
<p><a class="imagelink" title="No camino à comunidade" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.JPG"><img id="image488" height=96 alt="No camino à comunidade" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102880.thumbnail.JPG" />Já sentimos o calor da hospitalidade da comunidade do Cupuaçu logo quando entramos na boca do furo que leva àquela comunidade, onde crianças foram nos buscar de canoa.</p>
<p><a class="imagelink" title=P6102925.JPG href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.JPG"><img id="image487" height=96 alt=P6102925.JPG src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P6102925.thumbnail.JPG" />Depois de navegar alguns metros de canoa, caminhar por pinguelas feitas com troncos de miritizeiros: chegamos à casa da dona Albina, onde a comunidade preparou nossa recepção num barracão feito no terreiro, enfeito com bandeirinhas de São João, uma saborosa feijoada e muitos, muitos abraços, como se fossemos amigos que não se viam há muito tempo.</p>
<p>À noite, uma festa abençoada por todos os santos juninos, com direito a mingau de milho, quadrilha e suco de tamarino. E a expedição Encontro das Águas caiu no terreiro, dançou forro, carimbo, com os pés no chão e o coração nas alturas com todo o calor com que foram acolhidos.</p>
<p>Em seguida às danças, comunidade e estudantes se reuniram no centro do barracão para um rápido bate papo, onde cada um falou de suas expectativas com que viria a sair daquele encontro entre culturas tão diferente, unidos por um mesmo objetivo: a natureza.</p>
<p>À noite os jovens canadenses e paraenses do ICA enfrentaram sua primeira grande chuva no meio da floresta, debaixo de um improvisado, mas resistente barracão de madeira e palha. Uma aventura que eles enfrentaram com alto astral.</p>
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		<title>A expedição&#8230; chega ao Bailique</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 16:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel do Vale</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P10002242.jpg" title="Na ilha Parazainho"><img id="image484" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P10002242.thumbnail.jpg" alt="Na ilha Parazainho" /></a>De volta ao começo.  Dez horas da noite do dia primeiro de junho. O Navegar Amazônia ancora no porto da Vila Progresso, a maior comunidade do Arquipélago do Bailique, com uma população estimada em quatro mil e seiscentos habitantes que vive da pesca, apicultura e da agricultura familiar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De volta ao começo.  Dez horas da noite do dia primeiro de junho. O Navegar Amazônia ancora no porto da Vila Progresso, a maior comunidade do Arquipélago do Bailique, com uma população estimada em quatro mil e seiscentos habitantes que vive da pesca, apicultura e da agricultura familiar.</p>
<p>Às dez horas da noite a Vila parece dormir, pois não se vê viva alma nas ruas/palafitas desta cidade erguida à beira do Amazonas. Um sossego apenas aparente. É só a tripulação desligar o motor pra gente ouvir o som de um brega rasgado rolando solto na Vila, desanuviando o ar de decepção dos canadenses que queriam colocar a prova os passos do brega estilizado, ensaiados com dedicação.</p>
<p>Descemos com as antenas ligadas e apontando pro rumo de onde vinha a música: o bar da Selma. Uma construção de madeira erguida sobre palafitas, como no resto são todas as construções da comunidade. Antes de chegar à festa, logo passando a ponte que divide Vila Progresso em dois, encontramos um grupo de jovens num animado ensaio de quadrinha no centro comunitário, prenúncio das festas juninas. Os jovens da expedição param para deixar o corpo se balançar ao som da música que cadencia os passos dos dançarinos.</p>
<p> Ao chegarmos ao bar da Selma, este repórter encontra, na casa ao lado, uma amiga de outras expedições. Ela é a Mar, enfermeira do Ministério da Saúde, cedida para a prefeitura de Macapá, lotada em Vila Progresso.</p>
<p>A relação Navegar Amazônia/Mar começa com a enfermeira cedendo sua casa para o grupo de brasileiros e canadenses assistirem às seleções de futebol de seus paises se enfrentarem em jogo histórico, pelo menos para os jovens do Navegar Amazônia, que lotaram os sofás e chão da sala da minha amiga. O jogo terminou três a dois para o Brasil, deixando um clima de celebração entre as torcidas que bem deveria ser seguidas pelas torcidas nos estádios brasileiros.</p>
<p>De alma lavada pela magia do futebol e com o corpo saciado de brega, os jovens da expedição voltam ao Navegar Amazônia para a primeira noite sobre o rio Amazonas.</p>
<p><strong>Chuva, um passeio pelo paraíso e&#8230; uma arraia no meio do caminho</strong></p>
<p>Domingo, dois de junho. Uma chuva fina e persistente cortina a paisagem. Brasileiros e canadenses – a maioria destes nunca havia dormido em rede – levantam animados, com suas câmeras e curiosidades a postos. Vila Progresso também levanta pra mais um domingo. Os homens conversam em pequenos grupos espalhados pelas esquinas e comércios; crianças passam por nós apressadas levando o pão para o café da manhã. Saímos para comprar peixe e ficamos sabendo das dificuldades dos pescadores da Vila para conseguir o seu ganha pão de todos os dias.</p>
<p>Mesmo com chuva, mantemos em nossa agenda uma visita à tarde a Reserva Biológica do Parazinho, limite do Amapá com o Oceano Atlântico. Feitos os acertos de lojística com o Luís Gonzaga, técnico da Sema - Secretaria do Meio Ambiente, e nosso guia na visita a Reserva. Foi ele quem nos cedeu mais uma voadeira para poder levar todo o grupo.</p>
<p>A Chuva obrigou os canadenses a se proteger com casacos e capas de chuva, que foram imediatamente jogadas de lado quando pisamos na praia para um jogo de bola inspirado no clássico Brasil e Canadá.</p>
<p>Parazinho é algo surreal. Um cenário composto de árvores mortas sobre uma faixa de areia que se estende por quilômetros, vitimadas pela força do rio que avança para o litoral. E é nessa grande faixa de areia que as tartarugas vêem depositar seus ovos, no mês de setembro, que são recolhidos pelos técnicos da Sema para serem soltos no mês de março, quando os filhotes nascem.</p>
<p>A ilha é abrigo também de centenas de camaleões e várias espécies de aves, como as andorinhas que cobrem os ganhos secos das árvores, como se fossem folhas.</p>
<p>Depois de meia hora de caminhada pela areia e mais uns dez por uma trilha de mata chegamos a sede da Reserva, onde fica o farol de orientação dos cargueiros que por ali fazem rota.</p>
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		<title>Duas culturas no mesmo rio</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 20:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000054.jpg" title="No canal da Jandiá"><img id="image477" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000054.thumbnail.jpg" alt="No canal da Jandiá" /></a>A bordo do Pasco Nunes as dezessetes pessoas que integram a nova expedição Navegar Amazônia, dez canadenses e seis brasileiros, aguardam ansiosos que a tripulação dê fim aos últimos detalhes da viagem de dezenove dias pelos rios do Amapá e Pará num roteiro que inclui o arquipélago do Bailique, reserva biológica do Parazinho, Curuçá, Barcarena e Belém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000054.jpg" title="No canal da Jandiá"><img id="image477" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000054.thumbnail.jpg" alt="No canal da Jandiá" /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P10002241.jpg" title="Praia Parazinho"><img id="image473" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P10002241.thumbnail.jpg" alt="Praia Parazinho" /></a>Sábado, 31 de maio. O movimento de carros e pessoas no porto do Canal do Jandiá é intenso, como sempre. Gente vendendo, gente comprando. Não passam das nove da manhã e os termômetros já beiram os trinta graus e uma chuva paira ameaçadora sobre nossas cabeças. A bordo do Pasco Nunes as dezessetes pessoas que integram a nova expedição Navegar Amazônia, dez canadenses e seis brasileiros, aguardam ansiosos que a tripulação dê fim aos últimos detalhes da viagem de dezenove dias pelos rios do Amapá e Pará num roteiro que inclui o arquipélago do Bailique, reserva biológica do Parazinho, Curuçá, Barcarena e Belém.</p>
<p>O ineditismo e a ousadia do Navegar em levar cultura e acesso a grande rede às comunidade ribeirinhas do Amapá ganharam volume e reconhecimento nacional, a ponto de, ainda no seu primeiro ano de atuação, ser selecionado para representar a informática pública brasileira na Semana de Tecnologia para Governos, em Otawa, Canadá, em 2001 e no Simpósio-Latino Americano e do Caribe da Educação, Ciência e Cultura na Sociedade da Informação, em Havana, Cuba, em 2002.</p>
<p>Ainda em 2002 o Navegar virou Navegar Amazônia, uma OSCIP de articulação global com a missão de levar arte e inclusão digital não mais apenas às comunidades ribeirinhas do Amapá, mas para toda a Amazônia, um desafio muito maior para os criativos Beto Lacerda, programador de compatadores e o cineasta Jorge Bodanski, idealizadores do projeto.</p>
<p>Minutos antes da partida, começou a cair uma chuva fina que fez baixar a temperatura, que às onze já passava dos trinta graus. Veio nos desejar boa sorte e batizar os marujos de primeira viagem pelos rios da Amazônia, os sete estudantes de um curso pré-vestibular trazidos de Montreal, convidados pela EcoMaris para interagir com os jovens amazônidas e desta experiência tirar lições para as profissões que irão abraçar. Junto com os canadenses vieram três estudantes de Belém, do curso de Engenharia Florestal da Escola Técnica de Trabalho e Produção do Pará, que desenvolvem agro extrativista na comunidade de Cupuaçu, em Barcarena.</p>
<p><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/oti_paleconversa.jpg" title="Otizete Alencar, educadora ambiental, fala com o grupo"><img id="image475" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/oti_paleconversa.thumbnail.jpg" alt="Otizete Alencar, educadora ambiental, fala com o grupo" /></a><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/com_capi.jpg" title="Com Capiberibe"><img id="image476" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/com_capi.thumbnail.jpg" alt="Com Capiberibe" /></a>Sob a sinfonia da chuva, a ambientalista Otizete Alencar, assessora técnica do projeto, proferiu palestra para os estudantes, fazendo primeiramente uma explanação sócio-ambiental sobre o canal do Jandiá e da importância dos ecossistemas amazônicos na vida das comunidades ribeirinhas onde o Navegar Amazônia atua. Meia hora antes o ex-governador João Capiberibe havia feito uma explanação sobre o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá, implantado por seu governo no ano de 1998, como política de governo.</p>
<p>As onzes e meia o Navegar Amazônia parte para a sua nona expedição, a primeira internacional junto com a ONG canadense EcoMaris, que tem o foco de suas ações na educação dos jovens para as questões sociais e ambientais do planeta, com o objetivo de criar uma geração de consumidores mais conscientes quanto as limitações dos recursos do planeta e da necessidade de uma integração maior entre os diferentes povos para um mundo mais humano.</p>
<p><a class="imagelink" href="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000106.jpg" title="A caminho ao Bailique"><img id="image478" src="http://www.navegaramazonia.org.br/wp-content/uploads/2008/06/P1000106.thumbnail.jpg" alt="A caminho ao Bailique" /></a>A chuva nos trouxe sorte, o primeiro trecho da viagem, Macapá-Bailique, que normalmente se faz em doze horas, foi feito pelo Navegar Amazônia em dez horas, que só enfrentou águas mais agitadas na passagem do Pau cavado, na entrada para a Vila Progresso, no Bailique, onde assistimos, brasileiros e canadenses juntos, o jogo Brasil e Canadá. Vitória do Brasil por três a zero.</p>
<p><strong>Quem está no mesmo barco</strong></p>
<p>A expedição Navegar Amazônia é composta por vinte pessoas:<br />
4 – tripulantes – o comandante, cozinheiro e dois ajudantes<br />
O coordenador do projeto, Beto Lacerda, o cineasta Gavin Andrews, o assistente de direção e repórter da expedição Manoel do Vale;<br />
Os coordenadores da ong EcoMaris Anne, Genevieve e simon<br />
Os 7 estudantes canadenses: Elodie Langlois, 20 anos, que pretende fazer o cursos de Ciências Sociais; Marie-Éve Babieau, 18 anos, que quer fazer teatro; Gabriela Warrions Renaud, 18 anos, Ciências Sociais; Wassin Abau-Tanos, 18 anos, Ciências Sociais; Pascaline Lefebvre, 19 anos, Ciências Sociais; Nhedi Nhebe, 17 anos, Ciências Naturais e Adrian Large, 18 anos, Ciências Sociais.<br />
Os três estudantes brasileiros técnicos em Engenharia Florestal: Adriano silva, Alexandre Fernandez e Luís Felipe, todos de 22 anos.</p>
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