Mochila às costas e lá vamos nós ao porto do Ver-o-Rio para pegar o barco e seguir caminho até Barcarena, onde a comunidade do Cupuaçu nos espera com uma apertada e marcial programação.
De volta ao começo. Dez horas da noite do dia primeiro de junho. O Navegar Amazônia ancora no porto da Vila Progresso, a maior comunidade do Arquipélago do Bailique, com uma população estimada em quatro mil e seiscentos habitantes que vive da pesca, apicultura e da agricultura familiar.
A bordo do Pasco Nunes as dezessetes pessoas que integram a nova expedição Navegar Amazônia, dez canadenses e seis brasileiros, aguardam ansiosos que a tripulação dê fim aos últimos detalhes da viagem de dezenove dias pelos rios do Amapá e Pará num roteiro que inclui o arquipélago do Bailique, reserva biológica do Parazinho, Curuçá, Barcarena e Belém.