Depois de ter sido destaque em diversos veículos da Imprensa do Brasil, agora olhos do mundo inteiro começam a se voltar para as atividades do Navegar Amazônia nessa nossa permanente odisséia pela floresta.
Temos na estante de nossa nau um exemplar fresquinho da revista francesa ALTERMONDES, onde o Navegar Amazônia ocupa página inteira. “Internet au fil de l’eau”, ou seja, “Internet ao fio de água”, diz o título da matéria da publicação francesa, com fotos da embarcação pelos rios da Amazônia.
Não se trata do primeiro enfoque da imprensa internacional sobre o Navegar Amazônia. Na fase inicial, quando o projeto chamava-se apenas Navegar, levando a tecnologia digital aos ribeirinhos pelo rio Amazonas e afluentes no Estado do Amapá, a mídia estrangeira já havia dado destaque. E a repercussão maior aconteceu quando o projeto foi selecionado para representar a informática pública brasileira em Ottawa (Canadá), no evento denominado Government Technology Week, em outubro de 2001. Depois, representou o Brasil no Simplac – Simpósio Latino Americano e do Caribe para Educação, Ciência e Cultura na Sociedade da Informação, no mês de fevereiro de 2002, em Havana, a capital de cubana. Nos dois eventos, o Navegar Amazônia contou com o idealizador e coordenador Beto Lacerda que falou sobre as ações do projeto pioneiro itinerante-cultural. A revista francesa ALTERMONDES, descreve a nova fase do Navegar Amazônia assim:
Essas tecnologias devem permitir o conhecimento das manifestações culturais da Amazônia, de fazer entendê-las e de costurar elos do saber popular da região com o mundo inteiro.




