Gilson Schwartz é formado em Economia e Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP). Deu aulas de Economia na USP, Unicamp e PUC. Com uma experiência de 20 anos na área de jornalismo, foi colaborador, entre outros veículos, da Folha de São Paulo. Em 1999, aprovado no concurso público do Instituto de Estudos Avançados da USP, Gilson inicia o projeto Cidade do Conhecimento. O objetivo do concurso era selecionar o professor visitante que abordasse as tecnologias de Informação e Comunicação, os seus impactos sociais, econômicos e políticos – o lado mais social, cultural e humanista das novas tecnologias. Com o projeto aprovado, num período em que a internet começava a ganhar maior dimensão no Brasil e a consolidação nos Estados Unidos, Gilson parte para o trabalho de pesquisas teóricas, quando ocorre em 2001 a fundação do projeto Cidade do Conhecimento. A partir daí, na USP, ele começa a realizar um esforço de conexão da Universidade com as escolas públicas, sobretudo o ensino médio, lançando o programa Educar na Sociedade da Informação, voltado à capacitação de professores e que até hoje continua em operação.
Em seguida, inicia um novo projeto de capacitação dos monitores em telecentros, da prefeitura e do Estado de São Paulo, provocando assim um trabalho permanente do impacto das redes digitais sobre a produção, a distribuição e o compartilhamento de conhecimentos. O professor de Economia e Ciências Sociais da USP descobriu o Navegar Amazônia e viu no projeto, coordenado por Jorge Bodanzky e Roberto Lacerda, todas as condições para ampliar esse trabalho de pesquisa que vem desenvolvendo por mais de cinco anos. Na Expedição Belém-Abaetetuba, Gilson integrou o seu projeto ao Navegar Amazônia.
Ouça um trecho da entrevista com Gilson:
[audio:http://www.navegaramazonia.org.br/audio/Abaete/gilson.mp3]






