O amanhecer do Navegar Amazônia no trapiche municipal de Abaetetuba foi com a nossa equipe registrando as imagens de uma grande feira que se forma e se estende por toda a extensão do cais na Justo Chermont. Nela tudo ou quase tudo se encontra, da água mineral de beber à famosa cachaça de Abaeté – a “mardita”, como dizia o poeta Ruy Barata. Observamos também uma curiosidade: o taxiclista – a bicicleta como mais um meio de transporte a partir de R$ 1 a corrida. Foi o compositor abaetetubense Júlio Orlando que fez uma canção chamando os “batalhadores” (a primeira expressão usada) de taxiclista. E pegou.






